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Foto: Roberta Vilanova/Sespa

Governo apoia 57º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical realizado no Hangar

Sespa vai expor atividades desenvolvidas pelos diversos setores ligados à Diretoria de Vigilância em Saúde e apresentará trabalhos científicos

Por Roberta Vilanova (SESPA)

Foto: Roberta Vilanova/Sespa

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) apoia o 57º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Medtrop), que será realizado de 13 a 16 de novembro no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia.

O Medtrop marcará os 60 anos da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), uma das mais antigas e atuantes sociedades científicas do Brasil, e também a retomada dos eventos científicos presenciais, já que não houve congresso em 2020, e em 2021 foi realizado em ambiente virtual. A expectativa é que o evento reúna mais de 3 mil congressistas, entre profissionais, pesquisadores e estudantes da área de saúde.Lançamento do 57º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Medtrop), em BelémFoto: Roberta Vilanova/Sespa

Além da participação de servidores na programação científica, a Sespa terá um estande para exposição das atividades desenvolvidas pelos diversos setores ligados à Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), no que tange às políticas públicas para controle das doenças tropicais, apresentará trabalhos científicos por meio de pôsteres e participará da programação do evento em mesas-redondas e conferências.

Para o diretor de Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa, o Medtrop será um espaço propício para a discussão de temas muito importantes para a Saúde Pública brasileira, e especialmente para a região amazônica, onde ocorrem muitas endemias. “Vamos ter acesso a resultados de estudos científicos que vão contribuir para a elaboração de políticas públicas baseadas em evidências. Além disso, haverá uma extensa troca de conhecimentos e experiências entre pesquisadores e profissionais de saúde de diversas áreas de saúde, proporcionando atualização profissional e melhor servir à população”, informou.Foto: Roberta Vilanova/Sespa

O lançamento oficial do Congresso, em Belém, ocorreu no dia 29 de junho, no auditório do Conselho Regional de Medicina, com palestra do presidente da SBMT, Júlio Croda, sobre o tema “Covid-19: passado, presente e futuro”, e presença dos membros da Comissão Científica, Pedro Vasconcelos (presidente) e Cléa Bichara (coordenadora).

Programação científica – O Medtrop terá 12 cursos pré-congresso, 50 miniconferências, 72 mesas-redondas, 30 conferências e cinco reuniões satélites: Reunião Aplicada de Doenças de Chagas e Leishmaniose (ChagasLeish); o IX Workshop de Genética e Biologia Molecular de Insetos Vetores de Doenças Tropicais (Entomol9); o Fórum de Doenças Negligenciadas (Fórum DN); o Workshop Nacional da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (Rede-TB) e o 2º Fórum Covid-19.

Serão abordados assuntos importantes, como os relacionados à pandemia de Covid-19, à monkeypox , ao sarampo, à tuberculose, hanseníase, malária, doença de Chagas, leishmaniose, e às arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.

Haverá destaque para temas como “Situação da circulação do vírus do sarampo no Brasil: em busca da eliminação”; “Como fazer o diagnóstico diferencial das arboviroses, a nova revisão da Opas”; “Novas tecnologias em Vigilância e controle de vetores!”; Coberturas vacinais e hesitação à vacinação”; “Monkeypox: uma nova doença emergente-SBI/SBMT”; “Atualização e perspectiva em Zika”; “Arboviroses e Covid-19: implicações e conhecimentos sobre cocirculação e coinfecções”; “Dengue: uma necessidade ainda não atendida”; “Vírus respiratórios”; “Análise de risco para a reintrodução da poliomielite no Brasil”; “A epidemia do HIV no cenário amazônico”; “Monkeypox na gestação: um panorama da doença em gestantes e possíveis implicações da infecção congênita”; Malária: vigilância em saúde”; “Tuberculose resistente a drogas: novas perspectivas”; Hanseníase: um olhar ampliado sobre a queixa, os sinais clínicos, a funcionalidade e a intervenção terapêutica”; “História das leishmanioses no Novo Mundo vista pela Amazônia brasileira”; “Leptospirose como doença emergente e negligenciada” e “O desafio da raiva humana na região norte”.

Foto: Roberta Vilanova/Sespa

As secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e outras instituições da área podem inscrever profissionais e pagar por nota de empenho. Cada inscrito tem direito a uma reunião satélite e um curso pré-congresso ou uma oficina. As vagas são limitadas e serão ocupadas por ordem de chegada.

Serviço: Inscrições e informações estão disponíveis no site do Medtrop: medtrop2022.com.br

Fonte: Agência Pará

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